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Qual a melhor estratégia para day trades? que indicador usar? E se der sinal falso? qual é o plano B?

O preço médio, por definição, serve só para corrigir erros! Você montou uma posição e o mercado virou na posição contrária, solução: Comprar mais em um novo fundo podendo vender com lucro abaixo do preço de compra inicial.

É uma das primeiras coisas aprendidas pelo iniciante, porém mesmo esse conceito simples deve ser bem utilizado. Não raro, o iniciante abusa do preço médio se enterrando mais ainda em uma posição perdedora. Portanto, só o preço médio não é estratégia, é só um plano B, e deve ser acompanhado de uma estratégia clara de compra e venda.

Usando o Day Training, simulador de Day Trades da Modulus, testamos um método de preço médio em BBDC4 com o uso dos indicadores técnicos Estocástico e High Minus Low como um exemplo de resposta a essas perguntas.

Este é apenas um exemplo da utilidade do software, testando formas de operar o mercado. Eu pessoalmente prefiro vender e recomprar em um novo ponto se o preço cai, mas isso exige técnicas específicas. Repito: tudo depende de sua estratégia!

Veja no video abaixo um dia inteiro de negociação em 10 minutos.

Conheça o Day Training clicando aqui.

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

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Novamente tratando de um tipo de indicador “Leading”, os osciladores merecem uma atenção à parte!

Veja aqui como o autor propõe o uso deste indicador e ainda outros métodos!

Como um leading, o objetivo do oscilador é prever o movimento futuro, e não dizer o que aconteceu com os preços (como fazem os seguidores de tendência – lagging). Os osciladores fazem isso baseado no suposto que um mercado sobre-vendido tem de subir, considerando que um mercado sobre-vendido sofre pressão de compra, e vice-versa.

Até por definição, os osciladores performam melhor em ativos andando de lado, já que os seguidores de tendência são voltados para performar melhor em mercados com tendência. O grande problema de um seguidor de tendência é justamente o atraso para informar a quebra de tendência, perdendo boa parte do movimento, e isso não temos com os osciladores.

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Os osciladores basicamente comparam o preço suavisado de um ativo, com seu preço de n períodos atrás. O Ultimate Oscillator especificamente, desenvolvido por Larry Williams, usa a soma ponderada de 3 osciladores, cada qual usando diferentes periodos. Os valores variam de 0 a 100 com o 50 como uma linha central. Como padrao, o nivel sobre-comprado e considerado acima de 70, e sobre-vendido abaixo de 30, variando porém para cada ativo.

Os períodos usados para plotar o Ultimate Oscillator podem variar de acordo com a sensibilidade pretendida e as caracteristicas do ativo. O padrão é usar os períodos 7, 14 e 28. Observe que estes períodos sao todos sobrepostos no indicador. Ex. o período de 28 barras inclui tanto o período de 14 quanto o de 7. Isto significa que a influência do período mais curto e incluido 3 vezes no calculo, e tem portanto maior impacto no resultado do indicador.

Método

Larry Williams indica em seu livro seguir o indicador procurando por divergências na tendência, que indicariam um mercado lateral. Como segue:

Sinal de Compra

Ocorre uma divergência altista. Isto acontece quando o preço do ativo apresente uma nova mínima, mas sem a confirmação do oscilador (sem apresentar a nova mínima no Ultimate) configurando assim a divergência.
Durante esta divergência o Ultimate cai abaixo de 30.
O oscilador sobe novamente e ultrapassa o ponto máximo atingido durante a divergência.

Sinal de Venda (short)

Ocorre uma divergência baixista. Isto acontece quando o preço do ativo apresente uma nova máxima, mas sem a confirmação do oscilador (sem apresentar a nova máxima no Ultimate) configurando assim a divergência.
Durante esta divergência o Ultimate sobe ultrapassando 50.
O oscilador cai novamente e ultrapassa o ponto mínimo atingido durante a divergência.

Sinal de Saída da Compra

Quando ocorrer o sinal de venda, ou
O oscilador ultrapassa 50 e cai novamente abaixo de 45, ou
O oscilador ultrapassa 70 e cai novamente abaixo de 70, ou simplesmente
O oscilador ultrapassa 70.

Sinal de Saída da Venda

Quando ocorrer o sinal de compra, ou
O oscilador ultrapassa 65, ou
O oscilador cai abaixo de 30 e volta para os 30, ou simplesmente
O oscilador cai abaixo de 30.

Exemplo

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Compondo indicadores

Alguns usam apenas uma média móvel do próprio indicador, operando nos cruzamentos, mas podemos fazer algo mais…

Como método adicional, pode usar o oscilador em nossos módulos gráficos em conjunto com outros indicadores. Quando usar este indicador vai verificar que muitas vezes ele não atinge os pontos 30/70 de Williams, em virtude das condições do papel.

Então um problema se apresenta: Como identificar pontos de sobre-compra/sobre-venda?

Resposta: É muito simples com nossos gráficos! Basta criar uma banda qualquer do oscilador, ou usando o Bollinger ou outra banda. Traçando o Bollinger, apenas escolha o Ultimate como fonte do Bollinger, ajustando os períodos como preferir e operando nos cruzamentos. Exemplo:

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Usando o i-Stocks

Uma carteira do iStocks usando o Ultimate é simplesmente excepcional! O sistema permite estratégias com altíssimo indice de operações com lucro, consequentemente baixissimo risco.

No iStocks o Ultimate Oscillator dispara a compra ou venda quando é atingido um valor previamente configurado, em lugar do padrão 30/70. Este valor pode ser descoberto automaticamente usando o teste de variáveis do iStocks, encontrando os valores para compra e venda que geram o melhor resultado para cada ativo.

A eficiência deste indicador no iStocks foi descoberta por um de nossos clientes!

Use a Busca de Ativos e selecione o Ultimate Oscillator, selecione algumas estratégias e depois otimize cada estratégia para encontrar os melhores valores de compra e venda. Este é o exemplo de uma carteira usando somente este indicador:

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James Franciscus

diretor executivo
Modulus Brazil

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Um conceito comum hoje em dia, usado por praticamente todos os investidores, o Stop Loss virou item obrigatório para a grande maioria. E para muitos, isso é o máximo que se conhece de automação de ordens, e de fato, é um primeiro passo da automação.

Pois está ai mais um conceito mal entendido e que acaba sendo mal usado consequentemente. Parece mais um dos conceitos que o povo não pergunta ou entende porque, mas simplesmente segue, cegamente.

Então lá vai a minha heresia do dia: Quem disse que STOP LOSS é obrigatório?! Este não sabe o que está falando. Pois Stop Loss não só não é obrigatório como é prejudicial para sua estratégia!!!

STOP LOSS não é estratégia! Não deve ser usado, a não ser como último recurso ou compondo uma estratégia!

Assustado? Eu explico…

Por definição, Stop Loss é desmontar uma operação com um prejuízo aceitável, visando evitar prejuízos maiores. Portanto, o Loss é a prova da falha da sua estratégia mesmo que seja em apenas 1 de 10 trades. É uma válvula de segurança. Não é?

Não! Isto que eu coloquei está parcialmente correto, Loss não serve para isso, mas é como a maioria o usa!

Foi lá você e comprou por 50,00 segundo sua regra de compra e então se você aceita 10% de perda você coloca seu stop em 45,00 e de repente ele dispara levando seu patrimônio, para logo depois bater em um suporte em 43 e retornar à posição lucrativa. Já viu isso acontecer? Operar assim é como procurar saída de uma sala no escuro!

Ao menos tem aqueles que avaliam os suportes e colocam o Stop para desmontar a operação quando perder estes suportes. O que é válido, já que é fato que o preço vai buscar o próximo suporte após romper um deles. Mas também é comum o mercado testar um suporte, romper ele disparando os “Stops Alheios” e retornar ao preço de suporte fechando a barra suportado ainda e não confirmando a quebra do suporte.

É um jeito fácil de comprar mais barato, para quem tem capital para isso, basta empurrar o preço forçando o suporte e depois de rompido entrar comprando forte. É isso que gera também os candles tipo hammer.

Mas voltando ao ponto central, Stop não serve para limitar sua perda em um valor aceitável, e sim para proteger sua estratégia de falhas. Portanto uma boa estratégia não precisa de STOP LOSS! Para isso precisa de boas regras de SAÍDA! E saída é diferente de LOSS, no Loss fatalmente você tem prejuízo e normalmente grande, pois se você coloca o stop muito próximo, ele vai disparar sempre com a volatilidade do mercado.

Que tal fazer diferente? Monte uma estratégia que funcione bem sem o Loss, com outras regras de entrada e saída. Depois disso tudo aí sim você até pode colocar um Stop Loss, só como garantia.

Use o DRAWDOWN como referência para o stop loss! Ora, se estatísticamente este é o valor máximo de perda, então use o Loss apenas como uma trava para não passar do Drawdown.

No i-Stocks você tem outra vantagem, buscar os papeis com o Stop Loss ligado e depois você desabilita ele, ou ajusta melhor. Pois se você fizer uma busca usando o stop de 3% ligado (por exemplo) aliado a um lucro anual alto só aparecerão resultados de estratégias que estatísticamente não rompem este stop com frequência, significa que a maioria das operações atinge o ponto de saída sem atingir o stop curto, e portanto são boas estratégias!

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

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Saindo das “mesmices” dos indicadores técnicos, aí vai um interessante para épocas ruins!

O indicador Chande Momentum Oscillator determina o momentum do preço comparando o tamanho da recente alteração de preço negativa com o tamanho da recente alteração de preço positiva.

O valor resultante é normalizado entre -100 e 100 onde valores negativos indicam maior acumulação negativa na alteração dos preços e valores positivos indicam o inverso.

Há principalmente duas diferentes formas de se usar este indicador para obter sinais de negociação. A primeira é medir níveis sobre-comprados (maior que 50%) e sobre-vendidos (menor que -50%) para o ativo. A segunda maneira é comprar quando o oscilador cruzar acima de sua própria média móvel e vender quando cruzar abaixo da mesma. (necessário traçar a média móvel do indicador).

Uso:

Os osciladores momentum são úteis para identificar pequenas tendências em momentos que o mercado está andando de lado, bem como para identificar níveis de sobre-compra/sobre-venda.

Veja no exemplo abaixo uma média móvel apontando cruzamentos e linhas em um valor padrão de sobre-compra/sobre-venda.

Claro que para cada ativo/período, vc poderá encontrar valores ideais de sobre-compra/venda, do período do indicador e do período da média móvel! Use o back-testing para saber os periodos e valores ideais.

E lembre-se que no InfoChartX você ainda pode construir um indicador próprio não só compondo mais de um indicador, mas também criando um novo usando o Excel. Veja aqui como fazer isso.

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James Franciscus

diretor executivo
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Quando o trader se depara pela primeira vez com a idéia de Backtesting sempre surge uma pergunta em sua mente: Testar uma estratégia no passado garante o resultado no futuro? Esta matéria responde bem à esta pergunta!

Quando você instalou seu iStocks deve ter observado que foi instalada junto uma carteira de exemplo. Esta carteira (e suas estratégias) foram montadas em 09/2007, a carteira e as estratégias foram ajustadas em 12/12/2007. Desde então nunca mais foram ajustadas, é a mesma estratégia desde esta data, é a carteira Portfolio1 que você pode ver em seu iStocks.

Interessante notar que desde o final do ano passado a bolsa alterou significativamente seu comportamento, aumentando muito a volatilidade e passando a andar de lado com fortes quedas.

Comparativo

Aqui vemos o gráfico de lucro desta carteira comparado ao ibovespa no mesmo período. Notavelmente a estratégia se mostrou bem resistente às crises do mercado. Veja você mesmo no iStocks, abrindo a carteira Portfolio1 e alterando a última data para a data atual.

Foram 52,13% de lucro da carteira em todo o período. Os papéis da carteira (sem aplicar a estratégia) renderam 45,07% neste mesmo período.

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Quais são os papéis?

Eu diria que alguns dos piores (propositadamente escolhidos)! Se tiver a curiosidade e quiser fazer uma análise mais detalhista, observe o gráfico, durante este período, de papéis como EMBR3, DURA4, DASA3, BRKM5, NATU3. Alguns deles foram motivo de muito desgosto dos investidores nesta época! Nesta carteira o peso é igual para todos os papéis.

Resultados

Entre 12/12/2006 a 12/12/2007 (período testado inicialmente pelo backtesting) se o investidor tivesse comprado todos os papéis na data inicial e vendido na data final do teste teria acumulado um lucro de 35,45%. Usando as estratégias desta carteira acumularia 45,31% de lucro, quase 10% mais.

O drawdown máximo da carteira (grau de risco exposto) era 12,48%.

E depois, como se comportou?

Testando a mesma carteira entre 12/12/2007 até 12/05/2008 vemos que se o investidor tivesse comprado todos os papéis na data inicial e vendido na data final teria acumulado 5,09% de lucro (péssimos papéis não?!). Já seguindo as estratégias montadas o lucro seria de 8,34% no mesmo período, continuando a performance acima do rendimento dos papéis. Inclusive o próprio índice Ibovespa restabilizou 8,76% entre estas mesmas datas. O drawdown máximo da carteira também acompanhou a estatística anterior: 14,88%.

Concluindo

Quando foram montadas estas estratégias o objetivo era justamente buscar só estratégias que tivessem performance acima do papel, com baixo drawndown e com operações de médio prazo (semanas).

Estatísticamente o Backtesting funcionou perfeitamente, mantendo-se acima do rendimento do papel e preservando o risco dentro da margem prevista (drawndown). Isso tudo, mesmo 6 meses depois do teste! O que não é recomendável, o ideal é sempre acompanhar a estratégia e verificar quando é interessante um ajuste. Você mesmo pode comprovar acompanhando esta carteira em seu iStocks.

Alguns talvez pensem que se em um teste no passado a estratégia rendeu 100% em 1 ano, significa que vai render 100% no próximo. Isto é o mal entendimento da ferramenta e do conceito, o objetivo não é prever o futuro e sim ter uma estratégia clara, que estatísticamente demonstra resultados melhores, dentro de um grau de risco e retorno aceitáveis e pré-estabelecidos.

Carteira ideal

Esta carteira acima pode ser boa para muitos investidores que estão acostumados a perder dinheiro com a bolsa, mas não para você que é usuário do iStocks. Você pode muito mais!

Com uma escolha mais elaborada de papéis para operar, com estrégias bem montadas, com o acompanhamento adequado da carteira e períodicamente ajustando os parâmetros das estratégias certamente você conseguirá uma performance muito superior ao Ibovespa e dos papéis negociados.

Conheça mais nossas ferramentas e métodos, assista os tutoriais e monte as melhores estratégias!

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

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Como opção ao famoso IFR, o Alexander Elder sugere o Force Index. Este exemplo pode servir para a criação de qualquer indicador técnico usando o módulo gráfico da Modulus.

O Force Index é um cálculo muito simples e pode ser feito por você mesmo… É o seguinte:

1. Abra o ativo no InfoChartX
2. Clique para exportar para o excel
3. na planilha excel use a seguinte fórmula (use as células correspondentes)

=(Fechamento-Fechamento do dia anterior)*Volume

e copie esta fórmula na primeira coluna após o volume (em toda a tabela)

4. Volte ao InfoChartX e agora IMPORTE do excel, selecionando todas as colunas, inclusive a nova… Esta última aparecerá no gráfico como “Serie 7″

5. Pode calcular então uma média móvel do FORCE INDEX e operar nos cruzamentos – basta adicionar uma média móvel e escolher a SERIE 7 (force index) como fonte na tela de configuração da média.

Simples assim. Desta forma, se tiver algorítmos complexos basta ter a fórmula no Excel e automaticamente poderá visualizar em nossos gráficos!

James Franciscus
diretor executivo
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Introdução sobre a estatística dos indicadores técnicos aplicados em todos os papéis da Bovespa e como melhorar seu desempenho.

Este estudo demonstra claramente a eficiência do uso de indicadores técnicos, acabando com alguns mitos e mostrando um mapa dos indicadores. Um estudo essencial para montar uma estratégia.

A Pergunta

Qual o resultado se operarmos TODOS os papéis líquidos da Bovespa usando cada indicador técnico?

O Processo

Usando o i Stocks calculamos estas estatísticas, aplicando durante 1 ano cada um dos indicadores técnicos em todos os papéis com mais de 500 mil negociados diariamente (100 papéis), sem nenhum consideração quanto aos fatores fundamentalistas de cada papel. Para o teste não foi usado NENHUM STOP, apenas os sinais de compra e venda informados pelo indicador. O resultado é a média de Lucro, Drawdown (risco) e quantidade de operações com cada indicador. Foram considerados como parâmetros de configuração de cada indicador os valores padrão indicados por seus criadores.

Objetivo

Com este estudo é possível estimar o desempenho do indicador per sí, independentemente de condições do mercado, tendência dos papéis, fundamentos ou estratégia utilizada. O uso desta análise proporciona melhores condições de montar uma estratégia vencedora.

Resultados

A média dentre todos os indicadores apresenta 5,63% de retorno anual, 14,61% de Drawdown máximo e média de 14 operações/papel e 0,45 de Retorno/Risco.

Performaram acima da média de 0,45 de Retorno/Risco os indicadores:

IFR, Simple Momentum, Hull Moving Average, Momentum, Hull Moving Average Crossover, Trix, Bollinger Bands (midline exit), Bollinger Bands, Stochastic K/D, Positive Volume Index, Stochastic, Ultimate Oscillator, Negative Volume Index, Chande Momentum Oscillator, William’s Percent Return, Média Móvel Ponderada, Média Móvel Triangular.

É notório aqui a concentração de osciladores, conhecidos por trabalhar bem independentemente da tendência do papel, com ótima performance em mercados andando de lado.

Má performance

De todos os outros indicadores que performaram abaixo da média, destaque para o MACD (R/R 0,14), DMI, MMS, MME e Cruzamento de Médias Móveis.

Observa-se que concentra-se aqui os indicadores chamados de “seguidores de tendência” (lagging), mais suscetíveis à tendência do papel, o que explica a má performance. Desmistificamos aqui também a idéia de que um indicador técnico só funciona porque outros tantos o usam, estamos lidando aqui com alguns dos indicadores mais usados.

É importante observar que isto não significa que estes são indicadores ruins (nem os outros bons), apenas apresentam estatísticamente menor probabilidade de bons negócios considerando todos os papéis, porém quando usados adequadamente com diferentes parâmetros configurados e em papéis em específicos podem e devem apresentar melhor resultado.

Para mais detalhes assista a Palestra sobre o tema.

James Franciscus
diretor executivo
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É possivel unir a AGRESSIVIDADE com BAIXO RISCO? AGORA É!

O Método BlitzKrieg, desenvolvido para o i-Stocks, tem a rentabilidade de uma carteira agressiva de um trader profissional com a segurança de uma carteira conservadora.

BlitzKrieg na história

A palavra significa “Guerra Relâmpago”, ou “Ataque Relâmpago”. É uma expressão mundial para uma técnica originada na Alemanha na Segunda Guerra Mundial. BlitzKrieg é uma tática de ataque baseada na velocidade, surpresa, concentração de força e movimento coordenado que devastou as linhas dos aliados nos primeiros anos da guerra.

“Velocidade, ainda mais velocidade e constante velocidade foi o segredo… e demandou audácia, mais audácia e constante audácia!”
Segundo um general alemão.

Sobre Risco

Qual é a maior causa de risco do mercado? É ESTAR POSICIONADO! Simples assim! Enquanto sua posição é NO DINHEIRO (na sua conta corrente e não aplicado em um papel) você não tem risco!

Então basta ficar a menor parcela de tempo possível posicionado em cada papel, saindo rapidamente enquanto o mercado ainda está comprado. Como fazer isso?

Operando BlitzKrieg

Desenvolvido por James Franciscus, diretor da Modulus Brazil, o método BlitzKrieg consiste em monitorar um grande número de ativos aguardando por sinais de compra, concentrando todo o capital em pouquíssimos papéis ao mesmo tempo e desmontando cada operação rapidamente através de um lucro alvo curto.

1. Considere uma capital de 90 mil reais.
2. Montamos uma lista de ativos com, digamos, 40 ativos para acompanhar.
3. A cada dia o i-Stocks informa os ativos para comprar
4. Ficamos posicionados em, digamos, no máximo 3 ativos simultaneamente – porém com todo o capital, ou seja: Cada operação usaria 30 mil do capital.
5. A operação é desmontada com um lucro alvo curto, entre 2% e 5%.
6. Usamos um STOP de tempo: Aproximadamente 3 dias. Após este período, se não atingido o alvo, desmonta-se a operação.
7. Imediatamente alocamos o capital em um novo papel.

Resultados

O exemplo a seguir é um gráfico de lucro acumulado do backtesting e resultou em 144% em 6 meses:

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Esta carteira criada e testada com o backtesting do i-Stocks foi usado nos meses seguintes:

Entre 01/01/2008 Até 07/03 – IBOVESPA CAIU (-)1,51% no período.
Entre 01/01/2008 Até 07/03 – Carteira BlitzKrieg teve 29,33% de ganho.

Conheça mais

Assista trecho da palestra sobre o Método BlitzKrieg e saiba detalhadamente como aplicar este método em sua carteira de investimentos.

Agora também disponível palestra sobre o BlitzKrieg HIGH, o resultado do método BlitzKrieg considerando o estudo estatístico dos indicadores técnicos.

Todos estes videos estão disponíveis clicando aqui.

James Franciscus
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