Um conceito comum hoje em dia, usado por praticamente todos os investidores, o Stop Loss virou item obrigatório para a grande maioria. E para muitos, isso é o máximo que se conhece de automação de ordens, e de fato, é um primeiro passo da automação.

Pois está ai mais um conceito mal entendido e que acaba sendo mal usado consequentemente. Parece mais um dos conceitos que o povo não pergunta ou entende porque, mas simplesmente segue, cegamente.

Então lá vai a minha heresia do dia: Quem disse que STOP LOSS é obrigatório?! Este não sabe o que está falando. Pois Stop Loss não só não é obrigatório como é prejudicial para sua estratégia!!!

STOP LOSS não é estratégia! Não deve ser usado, a não ser como último recurso ou compondo uma estratégia!

Assustado? Eu explico…

Por definição, Stop Loss é desmontar uma operação com um prejuízo aceitável, visando evitar prejuízos maiores. Portanto, o Loss é a prova da falha da sua estratégia mesmo que seja em apenas 1 de 10 trades. É uma válvula de segurança. Não é?

Não! Isto que eu coloquei está parcialmente correto, Loss não serve para isso, mas é como a maioria o usa!

Foi lá você e comprou por 50,00 segundo sua regra de compra e então se você aceita 10% de perda você coloca seu stop em 45,00 e de repente ele dispara levando seu patrimônio, para logo depois bater em um suporte em 43 e retornar à posição lucrativa. Já viu isso acontecer? Operar assim é como procurar saída de uma sala no escuro!

Ao menos tem aqueles que avaliam os suportes e colocam o Stop para desmontar a operação quando perder estes suportes. O que é válido, já que é fato que o preço vai buscar o próximo suporte após romper um deles. Mas também é comum o mercado testar um suporte, romper ele disparando os “Stops Alheios” e retornar ao preço de suporte fechando a barra suportado ainda e não confirmando a quebra do suporte.

É um jeito fácil de comprar mais barato, para quem tem capital para isso, basta empurrar o preço forçando o suporte e depois de rompido entrar comprando forte. É isso que gera também os candles tipo hammer.

Mas voltando ao ponto central, Stop não serve para limitar sua perda em um valor aceitável, e sim para proteger sua estratégia de falhas. Portanto uma boa estratégia não precisa de STOP LOSS! Para isso precisa de boas regras de SAÍDA! E saída é diferente de LOSS, no Loss fatalmente você tem prejuízo e normalmente grande, pois se você coloca o stop muito próximo, ele vai disparar sempre com a volatilidade do mercado.

Que tal fazer diferente? Monte uma estratégia que funcione bem sem o Loss, com outras regras de entrada e saída. Depois disso tudo aí sim você até pode colocar um Stop Loss, só como garantia.

Use o DRAWDOWN como referência para o stop loss! Ora, se estatísticamente este é o valor máximo de perda, então use o Loss apenas como uma trava para não passar do Drawdown.

No i-Stocks você tem outra vantagem, buscar os papeis com o Stop Loss ligado e depois você desabilita ele, ou ajusta melhor. Pois se você fizer uma busca usando o stop de 3% ligado (por exemplo) aliado a um lucro anual alto só aparecerão resultados de estratégias que estatísticamente não rompem este stop com frequência, significa que a maioria das operações atinge o ponto de saída sem atingir o stop curto, e portanto são boas estratégias!

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

3

Saindo das “mesmices” dos indicadores técnicos, aí vai um interessante para épocas ruins!

O indicador Chande Momentum Oscillator determina o momentum do preço comparando o tamanho da recente alteração de preço negativa com o tamanho da recente alteração de preço positiva.

O valor resultante é normalizado entre -100 e 100 onde valores negativos indicam maior acumulação negativa na alteração dos preços e valores positivos indicam o inverso.

Há principalmente duas diferentes formas de se usar este indicador para obter sinais de negociação. A primeira é medir níveis sobre-comprados (maior que 50%) e sobre-vendidos (menor que -50%) para o ativo. A segunda maneira é comprar quando o oscilador cruzar acima de sua própria média móvel e vender quando cruzar abaixo da mesma. (necessário traçar a média móvel do indicador).

Uso:

Os osciladores momentum são úteis para identificar pequenas tendências em momentos que o mercado está andando de lado, bem como para identificar níveis de sobre-compra/sobre-venda.

Veja no exemplo abaixo uma média móvel apontando cruzamentos e linhas em um valor padrão de sobre-compra/sobre-venda.

Claro que para cada ativo/período, vc poderá encontrar valores ideais de sobre-compra/venda, do período do indicador e do período da média móvel! Use o back-testing para saber os periodos e valores ideais.

E lembre-se que no InfoChartX você ainda pode construir um indicador próprio não só compondo mais de um indicador, mas também criando um novo usando o Excel. Veja aqui como fazer isso.

_resized_gfsacmo0901_1_


James Franciscus

diretor executivo
Modulus Brazil

0

Você comprou uma Blue Chip e perdeu o sono com o rombo na carteira… não tenha vergonha, é mais comum do que vc imagina!

Todo dia alguém me pergunta sobre o mercado, muitos deles interessados em entrar. E a frase mais comum que eu ouço é: “É só comprar Vale e Petrobrás e largar lá na carteira, estas sempre dão lucro… não é?”

NÃO! NÃO É!

Não bastasse isso, ainda compram quando o mercado está aquecido lá no topo do gráfico!

Ainda ouço isso de gente que já está no mercado… Recomendam: “NÃO REALIZE PREJUÍZO!” Essa é a pior dica que alguém pode receber, realmente se for para o fulano fazer outra compra mal feita, pode ser melhor mesmo. Mas que não é o ideal, isso não é mesmo.

Vá conferir como operam os grandes Players… tenta descobrir se eles não realizam prejuízo se necessário! Aliás, é quando eles desovam as posições no mercado que você vê o preço despencando. E eles fazem isso porque o papel é ruim? não, mas para recomprar melhor quando voltar a subir e SE voltar a subir.

Brasileiro é mal acostumado… a esmagadora maioria dos usuários de Home broker que operam hoje no Brasil nunca viram um mercado baixista! Estamos passando ai 5 anos de tendência incessante de alta, assim é fácil, tudo sobe! Desta forma o comum é as pessoas verem o mercado não como ele realmente está, e sim como gostariam que estivesse.

Lêem nas revistas que se tivessem comprado algumas migalhas de Petrobrás a 15 anos atrás hoje teriam um patrimônio de milhões. E é verdade, no passado era assim, agora não há garantia nenhuma disso.

O que é mais fácil? Uma pequena empresa crescer ou uma gigante? Porque quando uma empresa se coloca entre as 10 maiores do mundo, ela já não tem muito para onde crescer, começa a ficar devagar a escalada. Claro, a partir daí ela depende de economia aquecida e tirando a China, India e alguns poucos países emergentes a situação não é muito promissora. Também não é ruim demais, só que requer cautela. Essa história de “Certeza que sobe no longo prazo” pode ser bem sofrida pra quem pensa assim.

Então, quem aplica em blue chips só porque dizem que isso não tem risco a longo prazo, merece perder dinheiro.

Se for fazer isso, saiba: na melhor das hipóteses vai sofrer muito. Não sei e nem tenho a pretenção de profetizar que vai ficar ruim, e até acredito na alta da bovespa ainda durar, mas o correto é estar preparado para tudo.

Dizer para guardar até recuperar é, no mínimo, um desperdício de inteligência, um estimulo à preguiça de estudar e tentar ao menos entender o mercado melhor e aprender a ter uma estratégia decente.

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

5

O que há por trás de uma ferramenta de Fibonacci?

Este indicador usa proporções matemáticas descobertas por Leonardo Fibonacci no século 12. A série de Fibonacci inicia em 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, e 89, 144 e assim por diante até o infinito. Estes números tem propriedades interessantes:

·A soma de dois números consecutivos quaisquer é sempre igual ao próximo número.
·A razão entre qualquer número e seu seguinte é sempre 0.618 após o quarto cálculo.
·A razão entre qualquer número e seu anterior é sempre 1.618 (inverso de 0.618). O número 1.618 é chamado de Proporção Aurea (de ouro), o Phi.

Na natureza tudo segue este princípio em sua razão de crescimento. Explico: A quantidade de folhas em plantas se multiplicada na razão de Fibonacci! As dimensões das conchas se ampliam na mesma razão, a multiplicação de uma ninhada de coelhos, da mesma forma! Até as proporções do corpo humano e de animais segue estes números…e assim por diante.

Fibonacci e o mercado

Os números de Fibonacci são usados para calcular padrões de em toda a natureza, inclusive nas reações dos homens, por isso pode ser usado para acompanhar preços.

Por exemplo muitos ativos, após performar um longo movimento sustentado em uma direção, deverá retrair uma porção deste movimento antes de continuar o rally. Se for esperada uma retração de 50%, isto significa que um ativo que iniciou o movimento a $50 e atingiu $100, ao retrair 50% ele voltou a $75 antes de retomar a alta. Os analistas técnicos usam principalmente as retrações de 38.2% e 61.8%.

O Fibonacci Retracements é baseado em uma linha de tendência desenhada entre dois pontos extremos (topo e fundos significantes). Se a tendência é altista, as linhas de retração serão descendentes de 100% a 0%. Se é uma tendência baixista as linhas de retração serão ascendentes de 0% a 100%. As linhas horizontais são traçadas na intersecção com os números de Fibonacci. Conforme o preço se retrai, níveis de suporte e resistência frequentemente ocorrem nestas linhas.

É usado para encontrar suporte e resistência e definir objetivos de preços, ou ainda para prever futuros movimentos.

Voltando ao Fibonacci Time Zones…

O Fibonacci Time Zones é uma série de linhas verticais que aplica os números de Fibonacci considerando que o movimento segue um padrão de tempo. As linhas são espaçadas nos intervalos 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, etc. A interpretação do Fibonacci Time Zones envolve procurar por significantes pontos de alteração dos preços e posicionar as linhas neles. A primeira linha é posicionada em um ponto extremo do gráfico e as linhas seguintes crescem sua proporção na medida da sequência de Fibonacci.

Uso:

Procurar por momentos de virada no mercado usando o posicionamento das linhas em pontos extremos históricos. Com maior peso para a primeira e a linha dos 61,8%. É muito mais eficiente no período diário.

Então o mais usual é posicionar as linhas em cada ONDA:

- Em um movimento de alta, Posicione a primeira linha no PRIMEIRO FUNDO da onda e a linha dos 61,8% no TOPO formado da onda. O resultado será a ultima linha em um ponto significativo do movimento, mais provavelmente uma retomada da alta (finalização da correção)

- Em um movimento de baixa, Posicione a primeira linha no PRIMEIRO TOPO da onda e a linha dos 61,8% no FUNDO formado da onda. O resultado será a ultima linha em um ponto significativo do movimento, mais provavelmente uma retomada da baixa (finalização da correção).

Onda de Alta

_resized_ibovtime1_1__1_

Onda de Baixa

_resized_ibovtime2_1__1_

Notícia Relacionada

Análise Técnica: preveja o timing do mercado com os números de Fibonacci
InfoMoney 23/04/08 – 20h35

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

1

Quando o trader se depara pela primeira vez com a idéia de Backtesting sempre surge uma pergunta em sua mente: Testar uma estratégia no passado garante o resultado no futuro? Esta matéria responde bem à esta pergunta!

Quando você instalou seu iStocks deve ter observado que foi instalada junto uma carteira de exemplo. Esta carteira (e suas estratégias) foram montadas em 09/2007, a carteira e as estratégias foram ajustadas em 12/12/2007. Desde então nunca mais foram ajustadas, é a mesma estratégia desde esta data, é a carteira Portfolio1 que você pode ver em seu iStocks.

Interessante notar que desde o final do ano passado a bolsa alterou significativamente seu comportamento, aumentando muito a volatilidade e passando a andar de lado com fortes quedas.

Comparativo

Aqui vemos o gráfico de lucro desta carteira comparado ao ibovespa no mesmo período. Notavelmente a estratégia se mostrou bem resistente às crises do mercado. Veja você mesmo no iStocks, abrindo a carteira Portfolio1 e alterando a última data para a data atual.

Foram 52,13% de lucro da carteira em todo o período. Os papéis da carteira (sem aplicar a estratégia) renderam 45,07% neste mesmo período.

ibovref_1_

Quais são os papéis?

Eu diria que alguns dos piores (propositadamente escolhidos)! Se tiver a curiosidade e quiser fazer uma análise mais detalhista, observe o gráfico, durante este período, de papéis como EMBR3, DURA4, DASA3, BRKM5, NATU3. Alguns deles foram motivo de muito desgosto dos investidores nesta época! Nesta carteira o peso é igual para todos os papéis.

Resultados

Entre 12/12/2006 a 12/12/2007 (período testado inicialmente pelo backtesting) se o investidor tivesse comprado todos os papéis na data inicial e vendido na data final do teste teria acumulado um lucro de 35,45%. Usando as estratégias desta carteira acumularia 45,31% de lucro, quase 10% mais.

O drawdown máximo da carteira (grau de risco exposto) era 12,48%.

E depois, como se comportou?

Testando a mesma carteira entre 12/12/2007 até 12/05/2008 vemos que se o investidor tivesse comprado todos os papéis na data inicial e vendido na data final teria acumulado 5,09% de lucro (péssimos papéis não?!). Já seguindo as estratégias montadas o lucro seria de 8,34% no mesmo período, continuando a performance acima do rendimento dos papéis. Inclusive o próprio índice Ibovespa restabilizou 8,76% entre estas mesmas datas. O drawdown máximo da carteira também acompanhou a estatística anterior: 14,88%.

Concluindo

Quando foram montadas estas estratégias o objetivo era justamente buscar só estratégias que tivessem performance acima do papel, com baixo drawndown e com operações de médio prazo (semanas).

Estatísticamente o Backtesting funcionou perfeitamente, mantendo-se acima do rendimento do papel e preservando o risco dentro da margem prevista (drawndown). Isso tudo, mesmo 6 meses depois do teste! O que não é recomendável, o ideal é sempre acompanhar a estratégia e verificar quando é interessante um ajuste. Você mesmo pode comprovar acompanhando esta carteira em seu iStocks.

Alguns talvez pensem que se em um teste no passado a estratégia rendeu 100% em 1 ano, significa que vai render 100% no próximo. Isto é o mal entendimento da ferramenta e do conceito, o objetivo não é prever o futuro e sim ter uma estratégia clara, que estatísticamente demonstra resultados melhores, dentro de um grau de risco e retorno aceitáveis e pré-estabelecidos.

Carteira ideal

Esta carteira acima pode ser boa para muitos investidores que estão acostumados a perder dinheiro com a bolsa, mas não para você que é usuário do iStocks. Você pode muito mais!

Com uma escolha mais elaborada de papéis para operar, com estrégias bem montadas, com o acompanhamento adequado da carteira e períodicamente ajustando os parâmetros das estratégias certamente você conseguirá uma performance muito superior ao Ibovespa e dos papéis negociados.

Conheça mais nossas ferramentas e métodos, assista os tutoriais e monte as melhores estratégias!

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

1

Como opção ao famoso IFR, o Alexander Elder sugere o Force Index. Este exemplo pode servir para a criação de qualquer indicador técnico usando o módulo gráfico da Modulus.

O Force Index é um cálculo muito simples e pode ser feito por você mesmo… É o seguinte:

1. Abra o ativo no InfoChartX
2. Clique para exportar para o excel
3. na planilha excel use a seguinte fórmula (use as células correspondentes)

=(Fechamento-Fechamento do dia anterior)*Volume

e copie esta fórmula na primeira coluna após o volume (em toda a tabela)

4. Volte ao InfoChartX e agora IMPORTE do excel, selecionando todas as colunas, inclusive a nova… Esta última aparecerá no gráfico como “Serie 7″

5. Pode calcular então uma média móvel do FORCE INDEX e operar nos cruzamentos – basta adicionar uma média móvel e escolher a SERIE 7 (force index) como fonte na tela de configuração da média.

Simples assim. Desta forma, se tiver algorítmos complexos basta ter a fórmula no Excel e automaticamente poderá visualizar em nossos gráficos!

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

2

Introdução sobre a estatística dos indicadores técnicos aplicados em todos os papéis da Bovespa e como melhorar seu desempenho.

Este estudo demonstra claramente a eficiência do uso de indicadores técnicos, acabando com alguns mitos e mostrando um mapa dos indicadores. Um estudo essencial para montar uma estratégia.

A Pergunta

Qual o resultado se operarmos TODOS os papéis líquidos da Bovespa usando cada indicador técnico?

O Processo

Usando o i Stocks calculamos estas estatísticas, aplicando durante 1 ano cada um dos indicadores técnicos em todos os papéis com mais de 500 mil negociados diariamente (100 papéis), sem nenhum consideração quanto aos fatores fundamentalistas de cada papel. Para o teste não foi usado NENHUM STOP, apenas os sinais de compra e venda informados pelo indicador. O resultado é a média de Lucro, Drawdown (risco) e quantidade de operações com cada indicador. Foram considerados como parâmetros de configuração de cada indicador os valores padrão indicados por seus criadores.

Objetivo

Com este estudo é possível estimar o desempenho do indicador per sí, independentemente de condições do mercado, tendência dos papéis, fundamentos ou estratégia utilizada. O uso desta análise proporciona melhores condições de montar uma estratégia vencedora.

Resultados

A média dentre todos os indicadores apresenta 5,63% de retorno anual, 14,61% de Drawdown máximo e média de 14 operações/papel e 0,45 de Retorno/Risco.

Performaram acima da média de 0,45 de Retorno/Risco os indicadores:

IFR, Simple Momentum, Hull Moving Average, Momentum, Hull Moving Average Crossover, Trix, Bollinger Bands (midline exit), Bollinger Bands, Stochastic K/D, Positive Volume Index, Stochastic, Ultimate Oscillator, Negative Volume Index, Chande Momentum Oscillator, William’s Percent Return, Média Móvel Ponderada, Média Móvel Triangular.

É notório aqui a concentração de osciladores, conhecidos por trabalhar bem independentemente da tendência do papel, com ótima performance em mercados andando de lado.

Má performance

De todos os outros indicadores que performaram abaixo da média, destaque para o MACD (R/R 0,14), DMI, MMS, MME e Cruzamento de Médias Móveis.

Observa-se que concentra-se aqui os indicadores chamados de “seguidores de tendência” (lagging), mais suscetíveis à tendência do papel, o que explica a má performance. Desmistificamos aqui também a idéia de que um indicador técnico só funciona porque outros tantos o usam, estamos lidando aqui com alguns dos indicadores mais usados.

É importante observar que isto não significa que estes são indicadores ruins (nem os outros bons), apenas apresentam estatísticamente menor probabilidade de bons negócios considerando todos os papéis, porém quando usados adequadamente com diferentes parâmetros configurados e em papéis em específicos podem e devem apresentar melhor resultado.

Para mais detalhes assista a Palestra sobre o tema.

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

2

É possivel unir a AGRESSIVIDADE com BAIXO RISCO? AGORA É!

O Método BlitzKrieg, desenvolvido para o i-Stocks, tem a rentabilidade de uma carteira agressiva de um trader profissional com a segurança de uma carteira conservadora.

BlitzKrieg na história

A palavra significa “Guerra Relâmpago”, ou “Ataque Relâmpago”. É uma expressão mundial para uma técnica originada na Alemanha na Segunda Guerra Mundial. BlitzKrieg é uma tática de ataque baseada na velocidade, surpresa, concentração de força e movimento coordenado que devastou as linhas dos aliados nos primeiros anos da guerra.

“Velocidade, ainda mais velocidade e constante velocidade foi o segredo… e demandou audácia, mais audácia e constante audácia!”
Segundo um general alemão.

Sobre Risco

Qual é a maior causa de risco do mercado? É ESTAR POSICIONADO! Simples assim! Enquanto sua posição é NO DINHEIRO (na sua conta corrente e não aplicado em um papel) você não tem risco!

Então basta ficar a menor parcela de tempo possível posicionado em cada papel, saindo rapidamente enquanto o mercado ainda está comprado. Como fazer isso?

Operando BlitzKrieg

Desenvolvido por James Franciscus, diretor da Modulus Brazil, o método BlitzKrieg consiste em monitorar um grande número de ativos aguardando por sinais de compra, concentrando todo o capital em pouquíssimos papéis ao mesmo tempo e desmontando cada operação rapidamente através de um lucro alvo curto.

1. Considere uma capital de 90 mil reais.
2. Montamos uma lista de ativos com, digamos, 40 ativos para acompanhar.
3. A cada dia o i-Stocks informa os ativos para comprar
4. Ficamos posicionados em, digamos, no máximo 3 ativos simultaneamente – porém com todo o capital, ou seja: Cada operação usaria 30 mil do capital.
5. A operação é desmontada com um lucro alvo curto, entre 2% e 5%.
6. Usamos um STOP de tempo: Aproximadamente 3 dias. Após este período, se não atingido o alvo, desmonta-se a operação.
7. Imediatamente alocamos o capital em um novo papel.

Resultados

O exemplo a seguir é um gráfico de lucro acumulado do backtesting e resultou em 144% em 6 meses:

blitz1_1_

Esta carteira criada e testada com o backtesting do i-Stocks foi usado nos meses seguintes:

Entre 01/01/2008 Até 07/03 – IBOVESPA CAIU (-)1,51% no período.
Entre 01/01/2008 Até 07/03 – Carteira BlitzKrieg teve 29,33% de ganho.

Conheça mais

Assista trecho da palestra sobre o Método BlitzKrieg e saiba detalhadamente como aplicar este método em sua carteira de investimentos.

Agora também disponível palestra sobre o BlitzKrieg HIGH, o resultado do método BlitzKrieg considerando o estudo estatístico dos indicadores técnicos.

Todos estes videos estão disponíveis clicando aqui.

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

2

O Directional Movement System ajuda a determinar se um ativos está operando em tendência.

_resized_dms

Foi desenvolvido por Welles Wilder. O sistema envolve 5 indicadores que são: Directional Movement Index (DX), plus Directional Indicator (+DI), minus Directional Indicator (-DI), o average Directional Movement (ADX) e o Directional movement rating (ADXR).

A peça chave do Directional Movement System é que ele primeiro identifica se o mercado apresenta tendência antes de fornecer sinais para operar esta tendência. O indicador mede a abilidade de bulls e bears de mover os preços em relação a períodos anteriores.

O +DI mede movimentos positivos, a tendência altista, enquanto o -DI mede os movimentos negativos, a tendência baixista. Wilder sugere comprar quando o +DI cruza sobre o -DI e vender quando o +DI cruza abaixo do -DI. O comum é usar o período de 14 dias para o indicador porém pode variar conforme o ativo.

O ADX mostra a força da tendência. Se ele está acima de 32 ou crescente, apresenta tendência definida, do contrário demonstra falta de tendência.

Então + e – mostram qual é a tendência e o ADX mostra se realmente há uma tendência e sua força.

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

0

Diante de tantas e tantas estratégias, cursos e métodos para operar, fica a pergunta: QUAL É O MELHOR? QUEM SEGUIR?

Resposta: O melhor método do mundo para você é o SEU MÉTODO!

Meu amigo, SEGUIR OUTROS VAI LEVAR NO MÁXIMO ATÉ ONDE ELES FORAM! ISSO SE FIZER MUITO BEM FEITO!

Quer realmente sucesso? Descubra um caminho seu! Único!

Então não é importante estudar os outros? Claro que é! Só com muito estudo de tudo que está a disposição é que vc pode achar a sua forma, verifique as vantagens e desvantagens de cada método e componha para encontrar o que melhor vai funcionar para você. Pode parecer estranho, mas o mesmo método que é ótimo para um, pode dar prejuízo para outro. Portanto é necessário você ter todas as ferramentas à sua disposição.

Então, eu não esperaria encontrar a pedra filosofal da bolsa de valores! Diziam os alquimistas que esta só pode ser conseguida dentro de sí, através de um árduo trabalho de “refinamento” de sí mesmo! Somente quando o alquimista consegue transmutar a sí mesmo de “chumbo” em “ouro” é que ele pode fazer isso com o metal verdadeiro…

Antes que perguntem, NÃO, não pretendo fazer propaganda de Paulo Coelho (rs!) nem sou fã… mas considero o conceito válido para nós!

Ou ainda parafraseando Philip Sidney (Jonny Walker):
“Ou eu encontro um caminho, ou eu o faço!”

James Franciscus
diretor executivo
Modulus Brazil

0